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Algumas dúvidas frequentes

Saiba tudo sobre o Shekel Israelense

Shekel Israelense

O Shekel Israelense (Sinal: ₪ ; Código: ILS) - ou Novo Shekel Israelense -, é a moeda oficial e corrente utilizada em Israel e nos territórios palestinos da Cisjordânia e Faixa de Gaza. A Moeda vem sendo utilizada em Israel desde o ano de 1986, em substituição ao antigo Shekel hiperinflado.

O Shekel Israelense é emitido pelo Banco de Israel e a sua subunidade é a Ágora (1:100). As moedas do Shekel Israelense estão disponíveis nos valores de 10 Agorot, Meio Shekel, 1 Shekel, 2, 5 e 10 Shekels. Já as notas de banco são encontradas nas denominações de 20, 50, 100 e 200 shekels.

O Sinal que representa o Shekel Israelense é uma combinação das primeiras letras hebraicas das palavras shekel (ש) and ẖadash (ח, que significa “novo”).

A Origem do Shekel Israelense

Ao se formar o Estado Moderno de Israel no ano de 1948, as notas bancárias continuaram sendo emitidas pelo então “Banco Anglo-Palestino”, que possuía como moeda oficial a libra palestina (vinculada à libra britânica). No ano de 1952, o Banco Anglo-Palestino tornou-se o Leumi Le-Yisrael ou Banco Nacional de Israel, e a anterior libra palestina passou a se chamar libra israelense.

A libra israelense foi a moeda oficial da Israel até o ano de 1980, quando foi substituída pelo Shekel. Entre todas as razões, a principal para a alteração do nome era o fato de possuir designação “não-hebraica”. O Ministério das Finanças, então, introduziu o Shekel (ILR) com uma taxa de 1 ILR = I£ 10.

O Shekel surgiu em meio a uma grande desvalorização diante das demais moedas estrangeiras. O que tornou-se insustentável já no início dos anos de 1980, levando a moeda a uma hiperinflação e sendo necessário um Plano de Estabilização Econômica para conter os problemas do país.

O Plano de Estabilização Econômica de 1985 introduziu o Novo Shekel (ILS) a uma taxa de IS 1000 = 1. Desde a sua introdução, o Banco de Israel e o Governo mantiveram políticas monetárias mais cuidadosas, além de promover reformas economias baseadas no mercado.

Shekel Israelense Comercial

Desde 2005,o Brasil possui um único mercado de câmbio legal, segmentado em Mercado de Câmbio de Taxas Livres (Câmbio ou Shekel Israelense comercial) e Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes (Câmbio ou Shekel Israelense turismo).

Quando falamos sobre o Shekel Comercial, estamos nos referindo a moeda utilizada em operações de Comércio exterior (importação e exportação), transações governamentais, investimentos estrangeiros e outros. Os dois únicos agentes autorizados a atuar no mercado do Shekel Comercial é o Banco Central e as agências bancárias.

Shekel Israelense Turismo

No Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes, o Shekel Israelense comercial é utilizado para classificar as operações de compra e venda da moeda para viagens ao exterior, seja de caráter turístico, profissional ou estudantil. Além das agências bancárias e do Banco Central, as correspondentes cambiais e agências turísticas podem também credenciar-se a operação.

Vale destacar que, apesar de ser o Banco Central o responsável pela fiscalização e regulamentação das operações do Mercado de Taxas flutuantes, ele não estipula uma taxa obrigatória a ser cobrada pela moeda, ainda que divulgue diariamente as cotações diárias e taxas médias praticadas pelos bancos (taxa conhecida por "Ptax") para referência.

O mercado paralelo do Shekel Israelense

Quando falamos sobre o mercado paralelo do Shekel Israelense, estamos nos referindo a toda atividade ou operação que seja conduzida por indivíduos e/ou empresas que não possuam a autorização do Banco Central para atuar no mercado de câmbio. Há diversas razões que justificam a existência do mercado paralelo do Shekel Israelense - bem como o de outras moedas. Entre as principais causas está a instabilidade monetária do país (e como afeta o câmbio das principais moedas) e também a deterioração da moeda nacional em função de elevada inflação.

Há, no entanto, outro lado do mercado paralelo, relacionado ao antigo “Mercado Negro” de moedas estrangeiras. Estes utilizam-se do mercado cambial para realizar remessa clandestina de lucros e oriundas de outras atividades ilegais, como o narcotráfico, o contrabando e a corrupção.

Quais são os impostos incidentes na compra do Shekel Israelense?

Na compra de moedas estrangeiras há a incidência do IOF - Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguros. Como o próprio nome indica, é cobrada uma porcentagem de alíquota referente a alguma das operações. A principal função do IOF é efetuar o controle econômico brasileiro, obtendo índices preciso que permitem criar políticas de controle ao crédito e outros.

Quem obtém o shekel israelense em espécie, paga um valor referente a 1,1% do IOF; No caso dos créditos em cartões pré-pagos, o imposto incidente é de 6,38%. Já nas remessas internacionais, incide apenas 0,38% de IOF.

A Economia de Israel e o Shekel Israelense

Há diversas razões que justificam o sucesso da economia Israelense. Desde meados dos anos de 1980, quando Israel distanciou-se do modelo econômico socialista, movimentos dramáticos foram dados em direção ao mercado livre de capitais.

Desde o ano de 1985, o país assinou um acordo de Livre Comércio com os Estados Unidos, visando eliminar progressivamente as tarifas cobradas pela maioria dos bens negociados entre os países, atualmente o país é o principal parceiro comercial de Israel, que possui também acordos com a União Européia e com o Canadá.

Segundo Relatório de Competitividade Global dos anos de 2016 e 2017, a economia de Israel foi classificada como a segunda mais inovadora do mundo. O próprio Banco Central de Israel recebeu destaque por seu funcionamento eficiente.

As flutuações cambiais e o valor do Shekel Israelense

A elevação das importações é resultado da desvalorização de uma moeda estrangeira, implicando em maior demanda pela moeda e fazendo dela abundante em um determinado local. Essa abundância torna os produtos internacionais mais acessíveis e baratos no mercado consumidor doméstico. Porém, essa facilidade em obter uma moeda - ou o cenário de desvalorização da moeda estrangeira -, por vezes responde, na verdade, a valorização da moeda nacional, o que leva a uma redução das exportações, pois os investidores buscam por matérias primas e mercados mais baratos. A longo prazo, a disponibilidade da moeda estrangeira torna-se menor, desvalorizando mais uma vez a moeda nacional e valorizando a estrangeira, o que pode ser percebido pela elevação em seus valores de obtenção.