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Algumas dúvidas frequentes

Saiba tudo sobre o Peso Colombiano

O Peso Colombiano

O peso colombiano (símbolo $; código COP) é a moeda corrente e oficial da Colômbia, em circulação desde o ano de 1810, quando substituiu o Real Colonial Espanhol. O antigo Real – moeda utilizada pela Espanha em suas colônias nas Américas e Filipinas -, foi deixado de lado quando deu-se a decimalização da moeda colombiana, alterando o seu nome para Décimo em 1853. O sistema atual só reapareceu, de fato, no ano de 1872, onde além da emissão das notas bancárias, passou a ocorrer também a cunhagem de moedas. O peso colombiano é controlado pelo Banco da República da Colômbia, fundado no ano de 1923. O órgão é responsável pela emissão, gestão e política monetária no país, além de contribuir para a cultura na Colômbia, tendo criado em 1939 o Museu do Ouro e, vinte anos depois, a Biblioteca Luis Ángel Arango. Antes de ser dada a fundação do Banco da República – e o que explica a sua criação -, no entanto, o presidente colombiano Rafael Núñez, havia criado o Banco Nacional da República da Colômbia em 1880, atribuindo a ele a função de emissor do papel-moeda. A falta de controle monetário da instituição, levou a Colômbia a uma acelerada inflação. Visando minimizar os problemas monetários do país, em 1922, Pedro Nel Ospina, então presidente, solicitou a ajuda dos Estados Unidos. Neste processo, o especialista americano responsável pela missão de apoio recomendou a criação do Banco da República. A nota de 2.000 pesos colombianos carrega a imagem de Débora Arango no anverso. A de 5.000 pesos é representada por José Asunción Silva. A de 10.000 por Virginia Gutierrez, seguida por Alfonso Lópes Michelsen (20.000 pesos colombianos), Gabriel García Márquez (50.000 pesos colombianos) e, na nota de 100.000 pesos, a imagem de Carlos Lleras Restrepo, presidente da Colômbia entre os anos de 1966 e 1970.

Os tipos de peso colombiano

Peso colombiano comercial: o segmento chamado “mercado livre”, adota o peso colombiano em sua versão comercial, usada em operações de comércio exterior, tais como a importação e a exportação; também utiliza-se o peso colombiano comercial em operações intergovernamentais. Peso colombiano turismo: neste segmento do mercado cambial, o peso colombiano turismo é voltado a viagens internacionais, sejam elas a turismo, trabalho ou estudos. O mercado paralelo do peso colombiano: Quando nos referimos ao “mercado paralelo”, estamos falando sobre indivíduos e/ou empresas que comercializam a moeda estrangeira sem a autorização do Banco Central do Brasil. A venda não autorizada do peso colombiano é ilegal e passível a punição, além de colocar em risco o comprador da moeda. Moedas: 50, 100, 200, 500 e 1.000 pesos colombianos. Notas bancárias: 1.000, 2.000, 5.000, 10.000, 20.000, 50.000 e 100.000 pesos colombianos.

O mercado paralelo na Colômbia e o narcotráfico

Uma das principais razões pelas quais as autoridades alertam sobre os riscos da compra de moedas pelo mercado paralelo, é a falta de conhecimento sobre a sua origem. O peso colombiano está inserido em um sistema de lavagem de dinheiro projetado por cartéis de drogas desde a década de 1980. Este sofisticado sistema de lavagem de dinheiro foi inicialmente chamado de “Mercado negro da troca de pesos”; vale mencionar que o termo “mercado negro” foi abandonado anos mais tarde devido a inadequação do termo ao associá-lo à práticas ilegais. O abandono do termo, no entanto, não altera a situação. O método empregado pelos narcotraficantes é conhecido pelas autoridades, mas difícil de ser rastreado, uma vez que os grupos responsáveis negociam o valor da moeda estrangeira abaixo do valor de mercado. Estes grupos assumem o risco para garantir que o dinheiro convertido em legal pelo mercado cambial chegue ao seu destino final e eles possam manter o negócio em funcionamento.

Os impostos incidentes na compra do peso colombiano

Na compra de moedas estrangeiras, tal como o peso colombiano, há a incidência de uma alíquota referente ao IOF ou Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros. Na compra do peso colombiano em espécie, incide 1,1% de IOF. Nos créditos para cartões pré-pagos o IOF é de 6,38% e das remessas internacionais 0,38%.

Onde encontrar a melhor cotação do peso colombiano

Na era digital, não restam dúvidas: A internet é a melhor fonte para quem busca comprar o peso colombiano pela menor cotação do mercado. Existem plataformas virtuais que permitem a simulação da compra, revelando o valor a ser pago pela moeda, além de exibir um comparativo entre as principais casas de câmbio parceiras. Para utilizar o simulador de moedas da Cambio Store, basta acessar a página oficial, selecionar a moeda desejada e inserir os valores a serem comprados. Este sistema permite que, em poucos segundos, seja encontrada a melhor cotação do peso colombiano e de outras 20 moedas estrangeiras!

Como as variáveis econômicas influenciam na cotação do peso colombiano

Há duas variáveis fundamentais para quem busca entender o valor apresentado por uma moeda. A primeira delas, diz respeito às taxas flutuantes. Este modelo de mercado, utilizado no Brasil, pressupõem que a cotação do peso colombiano seja dada em resposta aos distúrbios de comércio exterior. Isto significa dizer que a elevação nas importações produzirá um efeito, bem como ocorre um efeito distinto ao ser dado o crescimento das exportações em um país. Este comportamento é possível de ser visualizado ao acompanhar o histórico do peso colombiano, especialmente por ter a exportação de commodities como um dos pilares de sua economia. Outro fator a ser considerado para entender a cotação do peso colombiano, é a atuação do Banco Central do Brasil, agente responsável pela política monetária nacional. Este, atua junto às agências bancárias no setor de taxas livres (onde utiliza-se o peso colombiano comercial), mas oferece a casas de câmbio, turismo e outros estabelecimentos a possibilidade de credenciar-se a operação de comercialização de moedas pelo mercado flutuante. A autorização é fundamental para que estas intermediadoras atuem no mercado cambial brasileiro, embora o Banco Central não estipule taxas mínimas cobradas pelos produtos de câmbio. Desta forma, não apenas as oscilações econômicas interferem no preço final do peso colombiano, como também o local onde será dado a compra, que pode acrescer ao valor comercial de uma moeda os gastos com a segurança e transporte da moeda, além de ser este acréscimo que fornece o suporte a manutenção de seus serviços (aluguel, funcionários, website, outros).