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Saiba tudo sobre o Novo Sol Peruano

Novo Sol Peruano

O Novo Sol Peruano (símbolo: S/; Código: PEN) é a moeda corrente e oficial do Peru, introduzida no ano de 1991 em substituição ao Inti. Apesar de referida como “Novo Sol Peruano” para diferenciar-se do antigo Sol, desde o ano de 2015 o Governo determinou que fosse renomeada para apenas “Sol”.

A Subunidade do Sol ou Novo Sol Peruano é o centavo/céntimo (1/100) e a moeda é de responsabilidade do Banco Central de Reserva do Peru. Atualmente, é possível encontrar o Novo Sol Peruano em moedas de 5, 10, 20, 50 centavos e também de 1, 2 e 5 “novos sóis”. As notas de banco estão disponíveis nos valores de 10, 20, 50, 100 e 200 novos sóis. Quando introduzido, o Novo Sol Peruano correspondia a um milhão de Intis ou mil milhões de “Soles” Antigos.

A origem e História do Novo Sol Peruano

O Novo Sol Peruano foi implementado em substituição ao Inti Peruano, a moeda que circulou no país entre os anos de 1985 e 1991. O nome adotado pela moeda atual, faz referência a moeda histórica do Peru, o Sol, que circulou entre os anos de 1863 e 1985. Há quem acredite que a escolha do nome esteja associada à Solidus, a antiga moeda de Ouro utilizada no Império Romano Tardio. Sol, no entanto, representa a estrela central do sistema solar em espanhol e parece estabelecer uma continuidade entre o nome de suas moedas, uma vez que Inti é o Deus-Sol dos Incas.

Mas não apenas o nome da moeda faz alusões a rica história do país. As notas bancárias do Novo Sol Peruano são ilustradas com a imagem de importantes figuras políticas, históricas e sacras. É o caso de José Quiñones Gonzáles, na nota de 10 novos sóis; o militar peruano que tornou-se herói nacional durante a Guerra de 41, entre Peru e o Equador. Raúl Porras Barrenechea, diplomata, historiador e político peruano é representado na nota de 20 novos sóis. Pedro Abraham Valdelomar Pinto, o dramaturgo e poeta fundador da Vanguarda Peruana, estampa a nota de 50 novos sóis. Os 100 novos sóis têm a imagem de Jorge Basadre, que não apenas atuou como Ministro da Educação e diretor da Biblioteca Nacional peruana, como também foi responsável por extensas publicações a respeito da história do Peru, sendo ainda hoje referência aos pesquisadores. A nota de valor mais alto recebe a imagem de Santa Rosa de Lima, conhecida como a primeira a ser canonizada e reconhecida “Santa” nas Américas.

O Novo Sol Peruano foi introduzido visando minimizar os problemas econômicos do Peru e superar a hiperinflação que afligia o país nos anos de 1980. O governo viu-se forçado a abandonar o Inti e introduzir o Novo Sol, que desde a implementação manteve a taxa de inflação a 1,5%, a menor existente na América do Sul.

Há diversas razões que explicam os bons números econômicos apresentados pelo Peru nas últimas décadas. Pode-se dizer que é a mistura de despesas fiscais prudentes, superávits fiscais, estabilidade macroeconômica e redução da dívida externa. Esta última como consequência do impulso dado às exportações, que permitiram o fortalecimento das moedas que financia as exportações no país e o pagamento da dívida externa.

As diferenças entre o Novo Sol peruano comercial e turismo

O Brasil possui um mercado de câmbio único desde o ano de 2005. Antes disso, no entanto, existiam dois mercados distintos: O Mercado de Câmbio de Taxas Livres (MCTL) e o Mercado de câmbio de Taxas Flutuantes (MCTF). Após a unificação de ambos os mercados, é possível notar ainda a existência de segmentos dentro desse mercado único. O primeiro deles, correspondendo - em partes - ao Mercado de Câmbio de Taxas Livres, onde opera o Novo Sol peruano comercial; e o segundo segmento correspondendo ao Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes, com a atuação do Novo Sol Peruano turismo. Enquanto o comercial tem atuação voltada ao comércio exterior, o turismo serve a manutenção de brasileiros no exterior.

O Novo Sol Peruano Comercial

O novo sol peruano comercial é utilizado em operações de comércio exterior, como exportação e importação. É através da moeda comercial que os governos realizam transferências, seja para investimentos no exterior, pagamento de empréstimos ou patentes. Diferente do que ocorre na moeda turismo, a moeda comercial compromete recursos do Banco Central, sendo comercializada apenas por ele e pelas agências bancárias.

O Novo sol Peruano Turismo

O novo sol peruano turismo é utilizado para a manutenção de brasileiros no exterior, seja em viagens turísticas, profissionais ou em intercâmbios estudantis. É também utilizado em transações pela internet, quando há a compra de produtos na moeda estrangeira. Há diversas intermediadoras atuantes no mercado do novo sol peruano turismo, isto porque, elas não comprometem os recursos do Banco Central, apenas os circulantes no meio em que atuam. O Banco Central permite o credenciamento de diferentes agentes e é também o órgão que autoriza quem pode ou não atuar no mercado de câmbio. Entre os mais comuns estão os Bancos, as agências turísticas e, claro, as casas de câmbio.

O mercado paralelo do Novo Sol Peruano

O mercado paralelo compreende as atividades de compra e venda do novo sol peruano por indivíduos e/ou empresas que não possuem autorização do Banco Central para atuar no mercado de câmbio. A prática é considerada ilegal e passível a punição. Além disso, ela oferece inúmeros riscos, uma vez que o comprador não tem certeza alguma sobre a origem daquele dinheiro. Este tipo de mercado foi identificado durante os anos de 1990 na Colômbia, quando narcotraficantes utilizavam o mercado cambial para tornar legal o dinheiro oriundo de suas práticas. No Brasil, o mercado paralelo está diretamente ligado à corrupção e a transações de grande porte que fogem aos radares da receita federal.

Os impostos Incidentes na compra do Novo Sol Peruano

Na compra do Novo Sol Peruano - como de qualquer outra moeda estrangeira -, há a incidência do IOF, Imposto sobre Operações Financeiras ou Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros. Cada produto de câmbio possui uma alíquota distinta; no caso do novo sol peruano em espécie, há a incidência de 1,1% de IOF. Na obtenção de novos sóis em créditos para cartões pré-pagos, haverá 6,38% de IOF. Na realização de remessas internacionais, o imposto corresponde a 0,38% de IOF.