Câmbio Store na mídia
Terra press releaseStartSe press releaseInfoMoney press releaseGlobo News press releaseAbra seu negócio press release

Cotação Franco Suiço real. Sem taxas escondidas.

Você pode levar horas para encontrar a melhor taxa de franco suiço. Economize seu tempo e dinheiro. Nós mostramos em tempo real as melhores cotações das casas de câmbio da sua cidade.

Franco Suiço comercial nos últimos 30 dias

Loading...
mapa-franco-suico

Melhor cotação de Franco Suiço hoje.

Realize sua troca com a melhor cotação de em nossa casa de câmbio online. Negociação sem barreiras geográficas.

franco-suico-seguro

Franco Suiço 100% seguro com parceiros autorizados pelo Banco Central.

Você será notificado(a) via e-mail a cada estágio da sua compra ou venda de franco suiço. Além disso, você pode acompanhar pelo nosso website de onde estiver.

Não fique com
dúvidas

A Câmbio Store tem um Centro de Suporte completo para te ajudar em suas dúvidas e te auxiliar com a melhor experiência em Franco Suiço.

Central de Ajuda e Suporte

Algumas dúvidas frequentes

Saiba tudo sobre o Franco Suíço

Franco Suíço - conheça sua história

O Franco Suíço (símbolo: código: CHF) é a moeda corrente e oficial da Suíça, usada também no Liechtenstein. De responsabilidade do Banco Nacional Suíço (SNB), a subunidade do franco é o Rappen (Rp), em alemão chamado centime (c.) e em francês de centésimo (ct). Devido aos diferentes idiomas falados no país, convencionou-se emitir as moedas com inscrições latinas.

As moedas do Franco Suíço estão disponíveis nos valores de 5, 10 e 20 rappen (centime ou centésimo), sendo ainda encontrada nos valores de meio franco e 1, 2 e 5 francos. As notas de banco são encontradas nas denominações de 10, 20, 50, 100, 200 e 1.000 francos suíços.

Nas notas bancárias do franco suíço estão impressas imagens de personagens importantes para a história e cultura na Suíça. A nota de 10 francos traz a imagem do planejador, arquiteto urbano e político suíço Le Corbusier, nascido a poucos quilômetros da fronteira com a França. A nota de 20 francos carrega a imagem de Arthur Honegger, um importante compositor suíço. Na nota de 50 francos está Sophie Taeuber-Arp, nascida em Davos Platz e considerada uma das mais importantes artistas de arte concreta e abstração geométrica do século XX. Alberto Giacometti aparece na nota de 100 francos. O filho de Giovanni Giacometti (pós-impressionista), é também destacado nas artes e na história do país. A nota de 200 francos é representada pelo escritor Charles-Ferdinand Ramuz e a de 1000 francos, com Jacob Burckhardt.

Origem e história do Franco Suíço

Antes do surgimento da República Helvética, a Suíça possuia um grande número de moedas em circulação, entre elas os thalers (de basileia, de berne, de genebra, de st. gallen, de solothurn e de zurique), além das moedas fribourg gulden, geneva genevoise e outras. Com o surgimento da República Helvética no ano de 1798, foi introduzido o Franco, baseado no Thaler de Berne.

Este franco era subdividido em uma unidade chamada Batzen (10 batzen ou 100 centavos). A moeda permaneceu em circulação até o fim da República Helvética em 1803 e serviu de modelo a diversas moedas que circularam durante o período de mediação, que se estendeu até 1814. Após a Confederação Suíça, no ano de 1815, foram feitos projetos para, mais uma vez, simplificar o sistema de moedas do país.

Com a Nova Constituição de 1848, o Governo Federal passou a ser a única entidade responsável pelo dinheiro suíço. Em 1850, o Franco Suíço tornou-se, definitivamente, a unidade monetária do país. Ao ser adotado oficialmente, possuía paridade com o Franco Francês.

No ano de 1865 foi formada a União Monetária Latina, tendo como membro a Suíça, a França, a Bélgica e a Itália. Os países concordaram, com a formação da união monetária, em valorizar as suas moedas nacionais para um padrão comum que equivalesse a 4,5 gramas de prata (0,290322g de ouro). Ainda com o fim da União Monetária 50 anos mais tarde, o franco permaneceu no padrão estipulado no período, alterando somente em 1927, diante da unica desvalorização da moeda durante a Grande Depressão. Com a adoção ao sistema de Bretton Woods em 1945, o franco foi fixado ao dólar.

Historicamente, a moeda é considerada segura, possuindo uma inflação próxima a zero. Outro ponto que mantém a sua estabilidade são as 1290 toneladas de ouro que o país possui em reservas, correspondendo a pelo menos 20% de seus ativos.

O mercado de câmbio do franco suíço

No Brasil há apenas um mercado de câmbio desde o ano de 2005. Em período anterior a esse, existiam dois mercados distintos: o mercado de câmbio de taxas livres e o mercado de câmbio de taxas flutuantes. no mercado de câmbio de taxas livres, operada o franco suíço comercial. já no mercado de câmbio de taxas flutuantes, atuava o franco suíço turismo. as principais diferenças entre os dois mercados eram as operações para as quais as respectivas moedas eram voltadas. enquanto o comercial possui enfoque no comércio exterior, o turismo seria a manutenção de brasileiros no exterior; assim:

O franco suíço turismo

Podemos considerar o franco suíço turismo dentro de uma segmentação do mercado de câmbio brasileiro semelhante a lógica que operava no mercado de câmbio de taxas flutuantes. neste mercado, bancos, agências turísticas e casas de câmbio comercializam a moeda estrangeira, havendo a incidência dos gastos referentes a execução do serviço no valor final de compra (o que influencia na diferença de valores entre a moeda comercial e turismo). Ele é utilizado para viagens ao exterior, independente de qual for o caráter. também em compras virtuais que utilizem o franco como moeda de pagamento.

O franco suíço comercial

Como o nome indica, ele é utilizado principalmente em operações de comércio exterior (importações e exportações), sendo também pelo franco suíço comercial que os governos realizam o pagamento de empréstimos, investimentos no exterior ou controle de patentes. Ele é comercializado apenas pelo Banco Central e por agências bancárias. O valor correspondente ao comercial é geralmente o anunciado nos noticiários e inferior aos valores encontrados pelo franco suíço turismo (uma vez que no comercial são utilizados recursos do Banco Central e no turismo, àqueles existentes no meio em que são comercializados)

Os impostos incidentes na compra do Franco Suíço

Há uma alíquota (percentual do imposto incidente sobre o valor de algo, neste caso, a compra de moedas estrangeiras) do IOF - Imposto sobre operações financeiras ou Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros -, na comercialização do Franco suíço. Quem deseja obter o franco suíço em espécie paga um valor referente a 1,1% de IOF; em créditos para cartões pré-pagos, 6,38% de IOF e nas remessas internacionais 0,38% de IOF.

O mercado paralelo do franco suíço

A compra de moedas estrangeiras através de qualquer indivíduo ou agente que não possua autorização do Banco Central para atuar enquanto agente de câmbio é considerada ilegal e passível a punição. Ela configura o chamado “mercado paralelo” de câmbio, que tem as suas origens no mercado negro (nomenclatura abandonada por inadequação) Colombiano, onde narcotraficantes utilizavam o mercado formal para trazer legalidade ao dinheiro de suas práticas. No mercado paralelo brasileiro, quase sempre o dinheiro circulante é oriundo da corrupção - que afeta diretamente os índices econômicos e consequentemente o valor da moeda.