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Algumas dúvidas frequentes

O Dólar Canadense Comercial

Ao falarmos sobre dólar canadense comercial, estamos nos referindo a moeda em voltado ao setor do mercado denominado Mercado Comercial ou Livre. É onde ocorrem as transações entre governos, importações, exportações, pagamento de financiamento e empréstimos internacionais. Os agentes autorizados a operar neste tipo de mercado são as agências Bancárias e o Banco Central.

Qual o melhor momento para comprar dólar canadense?

Quem busca pelos menores valores na obtenção do dólar canadense será beneficiado pela pesquisa prévia. Ao realizar a pesquisa, no entanto, há dois fatores fundamentais que podem ajudar o comprador. O primeiro deles, diz respeito ao entendimento sobre as flutuações cambiais e comportamento do mercado. O segundo, é o acompanhamento de históricos, que expressam em números o comportamento estudado inicialmente. Não é preciso aprofundar tanto, mas é necessário entender que em um mercado flutuante as moedas respondem aos distúrbios do mercado comercial. Caso ocorra elevação nas importações, haverá uma resposta na cotação da moeda. De forma semelhante, em caso de aumento das exportações. A elevação nas importações, aumenta a disponibilidade do dólar canadense no mercado cambial brasileiro. No entanto, esta elevação resulta em uma diminuição das exportações e, após algum tempo, reduz-se a oferta do dólar canadense (o que eleva o seu valor de compra). Há sempre a busca pelo equilíbrio, de forma que haverá ciclos constantes de valorização e desvalorização da moeda (ainda que não sejam variações significativas). O histórico ilustra em quais períodos do ano as taxas comerciais influenciam na cotação da moeda e quando é possível esperar uma redução. É importante destacar que a cotação de uma moeda não responde somente as taxas de importação e exportação. Há diversas outras variáveis que influenciam em seu valor final. Está não é uma forma de prever o seu comportamento, mas estimar quando poderá ser o melhor momento para a compra. Uma vez dotado de tais informações, basta apenas o comprador procurar por intermediadoras que ofereçam as menores taxas do mercado e as melhores condições na obtenção do dólar canadense.

A origem do Dólar Canadense

O dólar canadense é subdividido em centavos (1/100) e as notas atualmente impressas são de responsabilidade da Companhia Canadense de Notas Bancárias (Canadian Bank Note Company), sob contratação do Banco do Canadá. As suas moedas são produzidas pela Royal Canadian Mint, em denominações de 5¢ (níquel) , 10¢ , 25¢ , $1 , $2. A moeda de 50¢, apesar e legal e existente, é pouquíssimo utilizada e difícil de ser encontrada (como é o caso da nota de c$100). As notas da Companhia Canadense são encontradas em c$5, c$10, c$20 e c$50. Nas cédulas de c$5 está a imagem de Wilfrid Laurier, sétimo primeiro ministro do Canadá, seguido pela imagem de John A. MacDonald (c$10), personagem central e dominante da Confederação Canadense, também o primeiro a ocupar o cargo de Primeiro-Ministro do Canadá. A nota de c$20 traz a imagem de Elizabeth II, a de c$50 por William Lyon Mackenzie King (primeiro-ministro até 1948) e Robert Borden, o oitavo primeiro-ministro Canadense, aparece na nota de c$100. O conjunto de desenhos estampados nas moedas associam-se a elementos tipicamente Canadenses, com representações da vida selvagem e uma efígie de Elizabeth II no anverso. O primeiro papel-moeda emitido no Canadá originava-se de contas do exército britânico e foi emitido durante o período de 1813 e 1815. Com a fundação do Banco do Canadá em 1934, as atividades passaram a ser concentradas no Banco e em agências por ele fretadas.

O Dólar Canadense

A posição soberana do governo do Canadá, junto à estabilidade de seus sistemas jurídico e político, além da relativa solidez econômica do país, fazem do dólar canadense uma das moedas mais populares entre os Bancos Centrais. A moeda corrente utilizada no Canadá pode ser abreviada com o símbolo do dólar $, sendo mais comuns o Can$ ou c$. Ela é hoje a quinta moeda de reserva mais mantida do mundo, correspondendo a 2% das reservas globais.

A história do Dólar Canadense

Historicamente, o dólar canadense tende a mover-se nos mercados internacionais junto ao dólar dos Estados Unidos. Este fator pode ser explicado pelos índices de importação e exportação, mas não apenas. Atualmente, 76,7% das exportações do país encontram destino nos Estados Unidos e 53,3% das importações feitas no Canadá partem do país vizinho. Os mercados têm interesse no desempenho de ambas as moedas, mas também a população local.

O Dólar Canadense Turismo

O dólar canadense turismo é o dólar comercial acrescido aos valores cobrados pelo serviço das intermediadoras. Neste caso, incidem os gastos com transporte, segurança, manutenção de funcionários, entre outros. As intermediadoras responsáveis, além das que operam na comercialização do dólar canadense comercial, são as agências de turismo e casas de câmbio.

Quais são os impostos incidentes na compra do dólar canadense

Para a compra de moedas estrangeiras, há a incidência do IOF (Imposto sobre operações financeiras), que consiste em um instrumento de arrecadação financeira da União, com alíquotas definidas por Decreto Presidencial. Há alíquotas distintas para os diferentes produtos de câmbio. A saber: Para a compra do dólar canadense em espécie, haverá a incidência de 1,1% de IOF. No caso dos cartões pré-pagos, 6,38%. Já para as remessas internacionais, o valor cobrado é de 0,38% de IOF.

O mercado Paralelo do Dólar Canadense

Além do mercado livre e do mercado flutuante (em outras palavras, do dólar canadense comercial e do turismo), há o mercado paralelo do dólar canadense, onde agentes não autorizados pelo Banco Central atuam na comercialização de moedas estrangeiras. Vale destacar que é imprescindível possuir a autorização do Banco Central para atuar enquanto agente de câmbio. A ausência do documento caracteriza uma prática ilegal e passível à punição. Inicialmente referido como “mercado negro” (termo abolido devido ao uso inadequado da palavra e associação à práticas ilícitas), o termo referia-se às atividades de narcotraficantes colombianos durante a década de 1990, que utilizavam-se das trocas cambiais para lavar o dinheiro do tráfico. No Brasil, apesar de semelhante utilização, a prática encontra-se comumente associada à corrupção e a transações internacionais indetectáveis.